Andressa Lauanny Nunes Santos
AMOR EM TINTAS DE UMA CANETA
Tu,
que me enrosca na sola dos dedos e me pendura na nuca
Onde
vive? Onde foi morar? Quem
te procuras? Para que tanto interesse em falas suas?
E para onde vai o seu olhar? Olhar esse que me corta
e joga os restos fora, como se
não tivesse uma casa para voltar. A viver sem ti,
que se foi.
De mim. Deixando apenas uma flor morta,
não viva, de borracha.
Que me enche de tinta de saudades de você .Texto publicado na antologia O Amor é Um Grito.
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